Moraes nega livre acesso de filhos a Bolsonaro na prisão domiciliar
Na decisão do último sábado (28), Moraes afirma que a prisão domiciliar de 90 dias concedida ao ex-chefe do Executivo aconteceu “exclusivamente em razão de saúde”. O magistrado explicou que o regimento do cumprimento de pena continua fechado e que a prisão domiciliar não altera o dispositivo.
A defesa do ex-presidente pediu ao ministro que todos os filhos pudessem acessar a casa a qualquer momento, mas Moraes negou. No documento, o magistrado ainda ressalta que “a substituição do local de cumprimento da pena não se confunde com a progressão para um regime mais brando”.
Apesar de negar o livre acesso, Moraes permitiu que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC) e o vereador Jair Renan (PL-SC) visitem o pai, além de médicos, advogados, seguranças e funcionários da casa. Porém, para qualquer visita é necessário agendamento prévio, além de ocorrer somente em horários específicos determinados pelo ministro.
Bolsonaro retornou a sua casa após ficar duas semanas internado no hospital DF Star, em Brasília, onde tratava uma broncopneumonia. O ex-chefe do Executivo voltou a conviver com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, com a filha Laura, 15, e com a enteada Letícia Firmino.
Moraes ainda determinou que o ex-presidente utilize tornozeleira eletrônica e não use redes sociais e nem grave áudios ou vídeos durante o período em prisão domiciliar. Bolsonaro cumpre 27 anos e três meses de prisão após ser condenado por tentativa de golpe de Estado.
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